Somos nossos próprios carcereiros. (por Maria Tereza Maldonado)

É muito difícil admitir, mas somos nossos próprios carcereiros. É assustador se ver como diretor da própria vida, dono de si mesmo. Por isso, é comum procurar rapidamente outra tela de projeção, perpetuando a recusa de assumir a responsabilidade pelas próprias escolhas. Isso pode acontecer quando passamos diretamente da casa dos pais para o casamento: fazendo apenas uma troca de guardiões, não aprendemos a cuidar de nós mesmos com autonomia. O mesmo pode acontecer na passagem de um casamento para outro, em que meramente trocamos o parceiro, repetindo a mesma história. “Não me casei de novo por causa dos filhos” e “O que os outros vão pensar?” são outras facetas desse processo de buscar fora de nós mesmos o nosso ponto de referência.

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Fonte: livro “Casamento, término e reconstrução: o que acontece antes, durante e depois da separação”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

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