A importância de se fazer aquilo o que se diz. (por Ken O’Donnell)

Certa vez, uma mulher muito pobre da Índia tinha um filho de 5 anos que era diabético e, portanto, proibido de consumir açúcar. Como ele não conseguia ou não queria parar de comer doces, ela disse ao marido que levaria o filho a Delhi para ver Gandhi. Ela partiu e, depois de andar muito, pegar trens, implorar por caronas e ainda ter de esperar em uma longa fila, finalmente chegou até ele. Explicou-lhe sua história. Gandhi fez um sinal com a cabeça e disse a ela que voltasse em dois meses com o garoto.

Dois meses mais tarde, após outra exaustiva jornada, ele finalmente chegaram a Gandhi. Ele pediu à mulher que deixasse o garoto com ele por meia hora. Quando ela voltou, o garoto estava sentado no joelho de Gandhi, com os olhos arregalados. “Ele não comer açúcar novamente”, disse Gandhi. “Mas, Mahatma, por que você não me falou o que acabou de dizer a ele? Por que precisei voltar depois de dois meses?”, perguntou a mulher.

Gandhi respondeu que ele não podia dizer à criança para parar de comer açúcar já que ele mesmo não estava preparado para fazer isso. Naqueles dois meses, o próprio Gandhi não ingerira nada que tivesse açúcar.

Fazer o que se diz é uma das qualidades que um líder deve ter.

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Fonte: livro O espírito do líder : lições para tempos turbulentos, volume 1”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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