Um bom caminho é o consenso (por Maria Tereza Maldonado)

março 13, 2015

A busca do consenso é um esforço de cooperação no sentido de encontrar uma solução aceitável para todos, em vez de insistir numa luta competitiva de forçar os perdedores a “engolir” uma solução inaceitável. A solução de problemas por colaboração é muito útil para conflitos envolvendo múltiplas partes, especialmente em questões ambientais e de políticas públicas.

Na maioria das vezes, quando escolhemos as maneiras “bélicas” de solução de conflitos os custos emocionais são altos. Os financeiros também, quando entramos em litígio, em processos que podem demorar muitos anos nos tribunais, com o risco de que a decisão judicial não seja tão favorável como gostaríamos. Por esses motivos, o terreno da solução alternativa de conflitos está se ampliando em muitos países, mostrando que há caminhos mais eficazes e econômicos de resolver conflitos, sem usar violência ou recorrer à justiça.

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Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

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Ideias geniais (por David Jones)

março 11, 2015

O novo mundo para a marca social está repleto de possibilidades interessantes, assim como desafios. O marketing sofreu grandes mudanças, influenciado por muitos fatores – desde o poder cada vez maior do consumidor até o desaparecimento dos limites geográficos, a perda de controle e a necessidade de se expor muito mais.

Inúmeros fatores representam grandes mudanças para a marca social de hoje. No entanto, uma coisa que não mudou é o poder e a necessidade de ideias geniais. Uma das principais funções do marketing sempre foi e continuará sendo a geração de ideias poderosas, que cativam os consumidores. Abrangendo desde os bebês de patins da Evian até a campanha “Refresh” da Pepsi, da Domino’s Pizza ao Gatorade, da promoção de tweet da Uniqlo à marcação dos móveis da Ikea – a criatividade social impulsiona a marca social. E os profissionais de marketing que entenderem e alavancarem esse poder terão êxito, independentemente dos novos canais e desafios que possam surgir.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam: por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Use o nome apropriado para chamar os filhos. (por Içami Tiba)

março 9, 2015

Muitos pais gostam de chamar os seus filhos de: “anjinho”; “queridinho da mamãe”; “meu bebê”; “meu príncipe”; “Miguelito”; “mindinho”; “feijãozinho”, etc. Percebam se ele gosta de ser assim chamado ou não. Nunca o chame na frente dos amigos pelos nomes íntimos, nem o infantilize. Algumas crianças podem usar os mesmos termos para praticar bullying com ele, que não terá forças para reagir… As mais cruéis podem até criar sinônimos horríveis para os ouvidos das crianças.

Se é para chamar sua atenção, não chame com nomes afetuosos: “Meu príncipe, vem cá que você fez uma coisa errada”. Isto não combina com a seriedade da comunicação, com o chamado que é muito afetivo. Chame-o com o nome completo, em alto e firme tom: “Charles Gilberto, venha cá!”, e não: “Vem cá, queridinho da mamãe, que eu quero conversar com você”, em tom meloso.

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Fonte: livro “Educação familiar: presente e futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Como relaxar de modo adequado (por Michael Heppell)

março 6, 2015

1. Reserve 15 minutos de seu dia. Sim, isso é possível: não assista ao telejornal, levante 15 minutos mais cedo, falte a uma reunião. Se realmente quiser, você encontrará 15 minutos.

2. Escolha um lugar onde você não será incomodado. Desligue seus telefones, feche as janelas etc.

3. Caso não se sinta confortável com o silêncio, coloque um CD relaxante para tocar.

4. Permaneça sentado. Se deitar, seu cérebro entenderá a mensagem de que você pretende tirar uma soneca, o que seria bom, mas não é esse o objetivo.

5. Respire profundamente duas vezes e feche os olhos.

6. Concentre-se em relaxar sua respiração, desacelerando-a.

7. Ao dar início ao relaxamento, concentre a mente em ideias, sons e imagens relaxantes.

8. À medida que estiver cada vez mais relaxado, concentre-se neste sentimento maravilhoso que é o estado de relaxamento.

9. Se sua mente começar a divagar, aceite o movimento criativo que ela faz mas retorne ao relaxamento.

10. Quando estiver relaxado, perceba-se transformando-se numa pessoa em forma e mais saudável. Visualize-se fazendo boas escolhas, ativo e com saúde e energia vibrantes.

11. Quando sentir que é a hora, conte lentamente de um a cinco e, a cada número, perceba-se cada vez mais alerta.

12. Chegando ao número 5, abra os olhos, faça um leve alongamento e aprecie o sentimento de completo relaxamento que acaba de criar.

Um relaxamento adequado requer disciplina e prática, mas os resultados são fantásticos. Esta é uma daquelas coisas que sabemos que são necessárias, mas para as quais geralmente não encontramos tempo. Bem, que tal perder o telejornal ou uma das novelas?

O relaxamento profundo é um elemento fundamental para ter uma saúde fantástica.

Fonte: livro “Mude! : como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell. Integrare Editora

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Nossa mesa de trabalho também forma a imagem de marca pessoal (por Arthur Bender)

março 4, 2015

Nossa mesa de trabalho diz um pouco do que somos e mostra alguns sinais de nossa marca pessoal. Os objetos que estão sobre ela e a forma como está organizada revelam muito sobre a pessoa. É incrível como as salas e as mesas de trabalho podem dar claros sinais da marca de cada um. É como se sobre elas houvesse um grande luminoso com o slogan pessoal de cada um. Em algumas se vê uma enorme placa luminosa piscando: “Aqui fica um sujeito bagunçado”. Em outras, um estilo impecável, imaculado, como se ninguém trabalhasse ali. Outras ainda retratam o estilo familiar, com fotografias da família espalhadas pelas paredes. Por todo lado, há pequenos símbolos das coisas que as pessoas apreciam e que revelam um pouco da sua marca pessoal.

Na primeira oportunidade que você tiver, dê uma espiada na sua empresa. Olhe mesa por mesa e compare-as com a imagem que você tem das pessoas. Observe e comprove o que estou falando. Até as flores sobre algumas mesas têm a cara da imagem de marca do dono. Algumas estão meio secas ou mortas, outras bem cuidadas. Outras são caras e modernas.

Agora olhe a sua mesa com bastante atenção e se pergunte: os sinais que a sua mesa dá refletem aquilo que você quer vender como imagem de marca pessoal?

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Fonte: livro “Personal Branding: Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Decoreba traz conhecimento? (por Içami Tiba)

março 2, 2015

Aquele velho esquema de perguntas na véspera da prova e respostas decoradas dá a falsa impressão de que o aluno sabe a matéria decorada. No lugar de o filho repetir o que está escrito, os pais poderiam pedir que o filho respondesse com as próprias palavras, pois assim ajudariam a transformar informação em conhecimento.

Com conhecimento, ele pode responder qualquer pergunta. Com decoreba, não. Para o aluno recorrer à decoreba é porque gastou todo o tempo adequado ao estudo em outras atividades. E, pensando bem: para que prestar atenção em aula, se só vai precisar estudar na véspera das provas? Se não tem de prestar atenção em sala de aula, sobra-lhe energia para gastá-la em indisciplina.

A disciplina para o estudo é uma conquista obtida por meio de um longo treino. O aluno deve organizar-se de modo a colocar o estudo como prioridade nos momentos certos. Como qualquer hábito adquirido por meio da disciplina, torna- se muito fácil aprender quando se adquire o hábito do estudo. E esse hábito acaba ajudando a pessoa a organizar-se em sentido mais amplo.

Ao incorporar bem a disciplina do estudo, o indivíduo tem mais facilidade para sistematizar também outras áreas da sua vida. Com o auxílio da disciplina, a criança gasta menos tempo estudando e ganha mais tempo para realizar outras atividades. Com o hábito do estudo, a performance melhora, e talvez não seja necessário repetir a leitura de um texto diversas vezes, pois o cérebro é disciplinado, mesmo em formação.

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Fonte: livro “Disciplina: limite na medida certa. Novos paradigmas”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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