Amor que exige e suas consequências: pais não devem exigir o que não podem cumprir (por Içami Tiba)

Como exigir algo de uma criança que não quer fazer o que já sabe? Há uma quarta fase: o amor que aplica as consequências combinadas entre as duas partes (educador e aprendiz). Quando se ensina o que a filha deve fazer, comunica‑se também a consequência com a qual ela terá de arcar se não fizer sua parte. Surras, cascudos, broncas, gritos, proibições de brincar ou de assistir à TV não são consequências. A consequência será uma ação diretamente relacionada à falha cometida para corrigir o erro. Proibir televisão não tem nada a ver com jogar a colher no chão.

A criança precisa associar as ideias de que ela não tem mais a colher porque a jogou no chão, e não porque não comeu. Ela vai continuar comendo se alguém manusear o talher por ela. E, se quiser a colher de volta, a mãe ou responsável deve repetir com firmeza: jogou, perdeu!

Pais que não suportam ver o filho chorar não devem exigir que ele não jogue a colher. Ou seja, exigir coisas e não impor nenhuma consequência não só é altamente deseducativo como acarreta perda de autoridade. Pais nao devem exigir o que nao podem cumprir.

Pais e educadores de alta performance_Içami Tiba_Integrare Ed

Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

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