FOCO: separa o lugar onde você se encontra agora daquele onde deseja chegar! Por Dean Cunningham

setembro 12, 2014

Há inúmeras coisas na vida que nos tiram do foco. Porém, para terminar as tarefas, precisamos ser capazes de manter a atenção. É incrível o tempo que passamos pensando no passado ou nos preocupando com o futuro. A atenção dispersiva nos torna improdutivos. Se pensamos e fazemos várias coisas ao mesmo tempo, nenhuma delas acaba sendo bem-feita. Se queremos dar o nosso melhor e alcançar os objetivos mais importantes, devemos estar totalmente concentrados na atividade que estamos desenvolvendo.

O importante é voltar o foco para uma única tarefa. Quando você é capaz de centrar-se no presente, pode dirigir total atenção àquilo que está realizando; assim terá desenvolvido uma importante habilidade.

Nos esportes, o foco é o que distingue os amadores dos profissionais. Na área profissional, ele diferencia os trabalhadores comuns dos líderes. Na vida, o foco separa o lugar onde você se encontra agora daquele onde deseja estar. Se sua capacidade de concentração é pequena, jamais conseguirá manter-se numa tarefa por tempo suficiente para ser bem-sucedido. Estará constantemente pulando de atividade em atividade, de projeto em projeto, de um interesse a outro, sempre ocupado, mas nunca realizando algo de valor.

O seu objetivo deve ser realizar toda e qualquer atividade com precisão, momento após momento, e quando bem desejar. Isso não é fácil. É da natureza da mente ficar saltando de um ponto a outro. Porém, por meio da prática, você poderá aprender a interromper essa atividade mental – aumentando a capacidade de centrar a atenção numa só coisa por mais tempo. Assim, ficará mais relaxado, pensará com mais clareza e enxergará a solução para os problemas com mais facilidade.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham. Integrare Editora

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A filosofia dos medíocres: o comportamento que assassina cada vez mais carreiras! Por Eugenio Mussak

setembro 10, 2014

Com frequência vemos o MDA (menor desempenho aceitável) sendo praticado por aí. É uma filosofia dos medíocres. Gente que faz o menor esforço só para cumprir tabela, sem a preocupação com o surpreender, superar, evoluir. Uma legião de acomodados no destino que eles mesmos construíram, que vão levando a vida esperando que algo melhor aconteça algum dia, por sorte. Aquele tipo que sempre passou de ano com média 6, a menor nota suficiente. Você conhece…

Esse é o tipo de comportamento que assassina carreiras, e que não cabe mais no mundo competitivo em que estamos. Nas empresas, vivemos a era da excelência, da qualidade, da preocupação com os detalhes e do aprimoramento contínuo. Definitivamente, não podemos fazer só o mínimo, pois o cliente é mais exigente e o concorrente está preparando o bote.

 

Felizmente, a filosofia do MDP (maior desempenho possível) também é adotada por muitos, em todos os lugares, e salva o nosso dia.

Gente que sabe que dá para melhorar o desempenho sempre, e não se contenta em ficar como está. Aliás, ninguém se mantém igual – ou melhora ou piora. Ficar igual é ilusório porque você sempre está sendo comparado com a média, e esta continua subindo. É que vivemos, atualmente, em um mundo mais exigente.

 

E quem vai se sair melhor no mundo mais exigente? MDAs ou MDPs?

Resposta fácil de dar, mas condição difícil de atingir em uma equipe com pessoas que têm níveis diferentes de capacitação, motivação e integração. Nada, claro, que não possa ser resolvido com uma boa Gestão de Pessoas. O ID agradece.

 

Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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ERRO: Pais se sentem culpados por não estarem tanto tempo quanto gostariam com seus filhos; assim, preferem não chamar a atenção deles quando estão juntos! Por Içami Tiba

setembro 8, 2014

Adotei uma linha educativa que privilegia a formação de valores nos filhos e alunos que lhes sejam importantes para atingirem a Alta Performance na vida. Apesar de ser psicoterapeuta de adolescentes, dediquei-me a ajudar os pais a educar quaisquer de seus filhos, para que estes sejam preparados para o Brasil e o mundo que vamos lhes deixar. Percebo – e denuncio sempre – que, no Brasil, houve uma inversão de valores com os filhos pequenos tiranizando os pais, que se sentem culpados por não estarem tanto tempo quanto gostariam com seus filhos; assim, preferem não chamar a atenção deles quando estão juntos.

 

Minha linha de educação é de que sempre é tempo de preparar os filhos para um futuro que a eles pertence. Quando se deixa de educar, o crescimento se torna silvestre e não atende às necessidades do mercado nem da qualidade de vida que pretendem ter. O deixar passar erros e inadequações, hoje, é financiar a ignorância futura. Meu objetivo é sempre passar aos pais a competência para orquestrar a educação dos filhos, reforçando os acertos, corrigindo os erros, oferecendo os instrumentos necessários para uma boa formação ética, competente, progressiva e feliz. Os maestros podem ser os pais, mas são os músicos que tocam os instrumentos e, juntos, pais e filhos, compõem a sinfonia da vida.

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Queremos os insatisfeitos! Por Eugenio Mussak

setembro 5, 2014

A insatisfação é um bom traço de personalidade quando se refere à injustiça, à incompetência, à acomodação espontânea, ao desinteresse endêmico, ao desempenho mínimo. Pessoas satisfeitas não se revoltam, não reagem, não colaboram.

 

A maneira mais simples de abordar o tema da insatisfação humana é entender a distância que há entre ambição e ganância. Explicar que ambição é um sentimento bom, pois ele promove o crescimento, a busca intelectual, a dedicação ao trabalho, a superação dos limites. E que ganância é uma qualidade deplorável, pois o ganancioso quer cada vez mais para si em detrimento dos outros. Ambos são eternamente insatisfeitos, e sempre acham que têm um destino maior. Só que o ambicioso quer chegar lá para se realizar e compartilhar, enquanto o ganancioso quer chegar primeiro para pegar a parte maior e não ter de repartir. O ambicioso constrói, o ganancioso destrói. A ambição pertence às qualidades do homem, a ganância aos seus defeitos.

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Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer Gestão de Pessoas”, de Eugenio Mussak. Integrare Editora

 

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Se queres paz, prepara‐te para a Guerra: paz sem a capacidade de combater não é paz, mas submissão, apatia ou covardia, por Eduardo Almeida

setembro 3, 2014

Se queres paz, prepara‐te para a guerra.

Certamente essa é uma frase que parece paradoxal.

Todavia, podemos compreender com ela que somente quem está preparado para a luta pode se sentir realmente seguro e em paz frente às inúmeras ameaças da vida, sejam elas físicas ou psicológicas.

A paz só é possível quando temos consciência e trabalhamos nossa força, sempre preferindo escolher o caminho da paz.

Não há soberania em uma empresa, em uma nação ou em sua vida sem uma elevada disposição para a luta. Por isso, somente quando reconhecemos e desenvolvemos essa capacidade, podemos optar por não lutar, pois não nos sentimos ameaçados pelos ataques que sofremos e, ao mesmo tempo, desenvolvemos uma atitude que não estimula o abuso por parte de outras pessoas.

Paz sem a capacidade de combater não é paz, mas submissão, apatia ou covardia.

 

Fonte: livro “No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo Almeida – Integrare Editora

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Castigos não educam. O que educa são as consequências! Por Içami Tiba

setembro 1, 2014

Para a educação dos filhos, os pais têm de ser coerentes entre si e não permitir que os filhos façam em casa o que não poderão fazer na sociedade; ao contrário, devem exigir que já façam em casa o que terão de fazer fora de casa. Têm que ser constantes, isto é, uma vez dito um não, este não deve ser mantido, não ser transformado em sim. Pois quem quebra a disciplina dos filhos geralmente são os pais que não aguentam manter um não diante da pressão dos filhos.

 

Castigos não educam. O que educa são as consequências, a transformação do erro em aprendizado.

 

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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