Filha: espelho da mãe, por Içami Tiba

Se a mãe quiser saber o que uma filha pequena acha dela é só brincar de “vamos fazer de conta”, de fingir. Faça uma proposta: “Filha, vamos brincar de mãe e filha? Eu finjo que sou sua filha e você finge que é minha mãe.” Deixe a filha fazer do jeito que ela quiser e faça o maior esforço para não interferir no “fingimento” dela, de não corrigir o que ela faz ou fala.

Se a filha for agressiva, exigente, brava, ofensiva, bruta, carinhosa, beijoqueira, gritona e determina que tudo tem que ser do jeito dela, etc. não fique brava, nem fique aconselhando como ela deveria ser ou fazer.

 

O que a filha demonstra é a percepção dela sobre a mãe, seja qual tenha sido a intenção da mãe. Ela não capta o que você quer ao falar com ela. O que ela capta é o que lhe interessa e consegue. Pode ser que você nem se sinta como ela demonstrou, mas é a imagem que ela tem sobre você. Em vez de ficar brava ou triste ou até mesmo querer corrigi‑la, corrija‑se você mesma.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

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