Quem irradia felicidade tem mais chance de ter alguém ao seu lado. Mas, não pode ser “qualquer” alguém! Por Eugenio Mussak

setembro 13, 2013

 

Certa vez Tom Jobim cantou: “Vou te contar, os olhos já não podem ver, coisas que só o coração pode entender, fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho…”.

Com todo respeito pelo maestro, acho que ele exagerou um pouquinho na última frase. Nela ele condiciona a felicidade a não se estar sozinho, entretanto, a recíproca pode ser igualmente verdadeira, ou seja, uma pessoa que irradia felicidade tem mais chance de ter alguém a seu lado.

Mas, posta esta ressalva, vamos dar um crédito ao Tom e concordar que, quando se tem alguém ao lado, tudo fica mais fácil, mais seguro, mais completo, mais divertido. Só que – e este condicional é importantíssimo – não pode ser qualquer “alguém”, tem de ser um “alguém” a quem se possa, sem medo de errar, chamar de companheiro, ou companheira.

Companheiro é uma palavra que vem do latim cum panis, e refere‑se a alguém com quem dividimos o pão. Companheiro é uma pessoa em quem confiamos o suficiente para nos sentarmos com ela à mesma mesa e compartilharmos uma refeição, lembrando que não é só a comida que nos alimenta, mas também as ideias, os saberes, os valores e os planos. Ter um companheiro significa compartilhar esse conjunto de coisas, tudo o que nutre nosso corpo, nossas emoções, nossos pensamentos e, principalmente, nossos sonhos. E, então, parodiando o maestro: Vou te contar, quando a noite vem nos envolver é muito bom estar ao lado de um companheiro.

Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 

Anúncios

Quanto custa a perda de talentos e clientes? Por César Souza

setembro 11, 2013

Mito que deve ser combatido: o maior concorrente de uma empresa é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços.

É mais fácil culpar o concorrente pelo insucesso no negócio.

Na realidade, o maior adversário de uma empresa está quase sempre dentro da própria casa: falta de clareza no rumo, estrutura inadequada, falta de integração entre as áreas, atitudes e práticas equivocadas sobre os clientes, as pessoas e os parceiros. A desintegração entre pessoas e entre departamentos cria um custo invisível considerável, da ordem de 15% do nosso custo total, que deveria ser contabilizado no balanço da nossa empresa.

Perdemos talentos e clientes vão embora devido à falta de integração. Quanto custa isso? Vamos monetizar e contabilizar esse custo?

Imagem

Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza. Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!


Pai é PAI e não ajudante da mãe! Por Içami Tiba

setembro 9, 2013

Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiars importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar.

            A mãe costuma pedir ajuda ao pai: Ajude aqui, por favor, fique um pouco com as crianças! Ele acha que está apenas ajudando a mãe e não se sente fazendo a sua parte. Muitos pais nada fazem enquanto suas mulheres não pedem. Para os filhos não interessa se é a mãe que está muito ativa ou se o pai é muito passivo. O que eles precisam é de pai e de mãe. Neste ponto, alguns pais reclamam que suas mulheres os tratam como se fossem filhos.

            Paternidade é a atitude de estar pronto a atender seus filhos, sem esperar que a mãe peça.

            Um pai acomodado, além de não ser um bom exemplo na família, estimula o filho a explorar a mãe. Numa família assim pode se estabelecer uma confusão entre pai acomodado/pai bonzinho e mãe ativa/mãe rabugenta – quando na realidade o pai é negligente e a mãe ativa é obrigada a cobrar as obrigações de todos.

            Fica muito clara esta situação quando uma mãe reclama que ela é a “pãe” da família. Ela tenta preencher também as funções de pai, o que é quase impossível.

            Há muitos homens, no entanto, que já assumem bem mais seu papel. Muito longe de querer substituir a mãe, eles querem tomar parte na educação do filho. Reparei em um passageiro que, em pleno voo, trocava as fraldas de seu bebê, que deveria ter um ano de idade. A mãe não estava presente. Um bebê cuidado pela mãe e pelo pai cresce com menos preconceitos e com menos machismo. Aquela família parece estar desenvolvendo a Alta Performance.

 

Imagem

 

Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 

 

Imagem


Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado! Por Douglas Miller

setembro 6, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado!

✤ Desacelere – permita que seus pensamentos o alcancem.

✤ Diminua a pressão e dê tempo para que seus melhores pensamentos

amadureçam.

✤ Não deixe seus pensamentos jogados à toa até serem esquecidos.

✤ Reformule e repense seus problemas.

✤ Evite dizer para tudo: “Não cabe neste caso”.

✤ Aprecie o que o torna diferente.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!


Estão apostando em você? Por Sidnei Oliveira

setembro 4, 2013

Quando penso no jovem profissional de hoje, sempre vejo referências inusitadas e até conflitantes. Dizem que essa é uma geração perdida no meio de tantas possibilidades que a realidade atual apresenta e, por isso, é incapaz de se aprofundar em algum tema. Contudo, talvez por causa de todo o “investimento” que foi feito, cobra-se dessa geração que ela seja um sucesso de competência. Muitos imaginam que, só por ser da geração Y, o jovem tem que ser necessariamente um talento. Isso é um engano terrível e só contribui para atrasar o desenvolvimento e a maturidade dele.

Talento não é exclusividade de uma geração, muito menos uma capacidade que se alcança apenas através do acesso à tecnologia, infraestrutura ou recursos educacionais modernos. Há um fator decisivo para um talento se manifestar: um mentor que aposte no jovem e o auxilie no desenvolvimento de seu potencial.

Contudo, vivemos em um tempo em que os mentores são raros e nem sempre são conquistados pelos jovens. Na verdade, aqueles que poderiam ser mentores estão muito ocupados competindo com os próprios jovens por um lugar no mercado.

Essa realidade é uma distorção do fluxo ideal para o desenvolvimento de pessoas talentosas, pois quando um jovem não tem seu potencial identificado, não há apostas em suas capacidades e, consequentemente, não são apresentados a ele desafios que permitam desenvolver o próprio talento.

4_Profissões do Futuro_Sidnei Oliveira_Integrare Ed

Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira. Colaboradores: Felipe Maluf e Camila Caputti – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 


Crianças mal-educadas ou hiperativas? Por Içami Tiba

setembro 2, 2013

Muitas crianças e adolescentes mal-educados estão tomando cloridrato de metilfenidato (Ritalina®), medicamento que se destina ao tratamento do distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade (DDAH). É essa uma disfunção psiconeurológica que provoca dificuldades de concentração, “viver no mundo da lua” (deficit de atenção), “não parar quieta” (hiperatividade). Descrito há apenas poucos anos, esse distúrbio foi por muito tempo menosprezado e malconduzido.

Agora, no entanto, está havendo exageros e confusões a esse respeito. A Ritalina® não atua sobre mal-educados. Ainda assim, diagnósticos apressados e equivocados têm feito pessoas mal-educadas ficarem à vontade para continuar mal-educadas sob o pretexto de que estão dominadas pelo DDAH. O fato de serem consideradas “diferentes” facilita a aceitação de seu comportamento impróprio. Portanto, antes de os pais lidarem com o filho como apenas um mal-educado ou como apenas um portador de DDAH, é importante que consultem um médico e recebam a orientação correta.

Há, porém, diferenças notáveis entre um portador de DDAH e um mero mal-educado. O portador de DDAH continua agitado diante de situações novas, isto é, não consegue controlar seus sintomas. Já o mal-educado primeiro avalia bem o terreno e manipula situações, buscando obter vantagens sobre os outros.

Imagem

Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 

Imagem


%d blogueiros gostam disto: