Crianças mal-educadas ou hiperativas? Por Içami Tiba

Muitas crianças e adolescentes mal-educados estão tomando cloridrato de metilfenidato (Ritalina®), medicamento que se destina ao tratamento do distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade (DDAH). É essa uma disfunção psiconeurológica que provoca dificuldades de concentração, “viver no mundo da lua” (deficit de atenção), “não parar quieta” (hiperatividade). Descrito há apenas poucos anos, esse distúrbio foi por muito tempo menosprezado e malconduzido.

Agora, no entanto, está havendo exageros e confusões a esse respeito. A Ritalina® não atua sobre mal-educados. Ainda assim, diagnósticos apressados e equivocados têm feito pessoas mal-educadas ficarem à vontade para continuar mal-educadas sob o pretexto de que estão dominadas pelo DDAH. O fato de serem consideradas “diferentes” facilita a aceitação de seu comportamento impróprio. Portanto, antes de os pais lidarem com o filho como apenas um mal-educado ou como apenas um portador de DDAH, é importante que consultem um médico e recebam a orientação correta.

Há, porém, diferenças notáveis entre um portador de DDAH e um mero mal-educado. O portador de DDAH continua agitado diante de situações novas, isto é, não consegue controlar seus sintomas. Já o mal-educado primeiro avalia bem o terreno e manipula situações, buscando obter vantagens sobre os outros.

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 

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