Como trabalhar a sua vida em busca da felicidade e realização pessoal

Hoje, tenho a convicção de ue, de forma geral, temos pouca consciência sobre o jogo que jogamos a vida toda.

          O jogo externo é visível e tangível. É esse que praticamos o tempo todo. Durante reuniões, fazendo esportes, criando algo, organizando, dialogando. Estamos o tempo todo em algum tipo de jogo externo. As vitórias costumam ser compartilhadas, e as críticas, positivas ou negativas, vêm também do meio externo.

          Já do jogo interno, só tomaremos consciência se realmente prestarmos atenção no que ocorre na mente. É invisível, a menos que contemos aos outros. A vitória nesse tipo de jogo só depende de nós, e a crítica é sempre interna.

            Vencer no jogo interno é vencer o próprio jogo, de forma autêntica e conectada com aquilo que realmente torna a nossa vida melhor.

            Uma dica fácil para saber se determinado aspecto é jogo interno ou externo é analisar se estamos diante de algum desafio, desejo ou problema que depende apenas de nós. Se a resposta for positiva, então se trata de jogo interno. Tornar-me uma pessoa mais calma, aprender a dar feedback, estar mais próximo das pessoas que amo, trabalhar com algo que me dê mais prazer, cultivar novos amigos, aprender uma nova tecnologia, aprender uma nova língua, tornar-me mais organizado, mais pontual, menos estressado, mais disposto etc. A lista é enorme, e são objetivos que dependem apenas da nossa própria ação.

          No jogo externo estão a casa que quero comprar, o carro, a viagem que quero fazer, o aumento de renda, o casamento que desejo, o filho que gostaria de ter.

            Dentro do processo de Coach de Vida, o meu trabalho é levar a responsabilidade de forma individual para cada pessoa. Casais, por exemplo, passam muito tempo discutindo sobre o tipo de parceiro que gostariam de ter e o tipo de casamento que gostariam de viver.

            Essa reflexão é válida, mas o ponto de partida não é esse. O foco inicial é saber que tipo de parceiro você quer ser. E mais, que tipo de pessoa você quer ser na vida, de forma geral, e entender que tipo de pessoa o seu parceiro ainda quer ser quando crescer. Não na perspectiva de uma criança, ou de um adulto analisando o seu passado, mas sim na perspectiva do que ainda queremos viver, do que ainda queremos melhorar, do que ainda queremos nos tornar.

          Se eu entendo quem sou, e tenho clareza sobre o tipo de marido que quero ser, começo a refletir sobre o meu relacionamento de forma diferente da convencional. Somente depois de conseguir ser exatamente o companheiro que quero ser posso questionar a parceira que quero ter de uma forma mais construtiva. E esta é a capacidade de vencer o jogo interno: ser quem queremos ser. Para então vencer no jogo externo.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Costa – Integrare Editora

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