Tudo depende da forma como você encara a vida!

 

Se você reduzir as coisas, certamente terá uma visão decepcionante de quase tudo — da maioria das empresas, das profissões e dos cargos que conhece hoje. Ao contrário, se você se permitir olhar as coisas de um modo diferente, mais amplo e buscando significado, terá outra interpretação de muitas funções ou profissões que talvez considere pesadas, insignificantes ou tediosas.

O processo de reduzir e de ampliar pode ser aplicado em quase tudo o que você imaginar — sempre com a mesma lógica de resultados. Você baixa o farol e vê tudo sob as lentes do “apenas lógico” e tudo fica pequeno, frio, básico e, no máximo, necessário. Pelo contrário, se você levantar o farol, tentará dar um significado maior para as coisas, verá encadeamento, sairá do padrão e verá as coisas sob outro ângulo — as coisas ganham um novo sentido.

Funciona desta forma: pense de maneira reduzida numa rede de varejo de eletro e móveis e ela se tornará um lugar que empurra coisas e mais coisas de que as pessoas não precisam, transformando-as em consumidores endividados e cheios de coisas inúteis em casa, que logo precisarão ser trocadas de novo. Se você for o empreendedor de um varejo assim ou se apenas trabalhar lá aprovando o crédito por essa lógica pequena e dura, acabará admitindo que vive para causar prejuízo aos seus clientes. Ou seja, você trabalha para lesar os outros. Faz sentido? Espero que não, por isso quero que você conheça outros exemplos dessa forma reduzida de ver e avaliar o que está ao nosso redor.

Pense nos bancos e diminua completamente o valor desse negócio — você dirá que eles vivem para achacá-lo com taxas de toda ordem. E que eles só lhe emprestam dinheiro para que você afunde em dívidas e não tenha como pagar. Ou seja, você passa a acreditar que os bancos existem para que você viva afundado no cheque especial todo mês. Faz sentido?

Dessa forma, você poderia creditar as mortes no trânsito somente à indústria automotiva e não incluiria os motoristas. Compreende a distorção? Seria como creditar a responsabilidade pela preguiça a quem fabrica camas. Ou ainda responsabilizar a Nigella Lawson ou o criador da receita do sorvete Häagen-Dazs de doce de leite pela obesidade no mundo.

Você compreende o que quero lhe mostrar? Quero que você perceba que pode estar vendo as coisas por uma perspectiva, no mínimo, míope. E a falta de foco pode estar fazendo você entender que o culpado é o mensageiro que lhe traz a notícia. Você pode estar julgando os resultados pelo meio e não pelo fim em si. Talvez pareça muito simplório isto que vou dizer, mas tudo — absolutamente tudo — pode ganhar um novo sentido partindo da sua perspectiva e do significado que você atribui ao contexto. Tudo depende de como você encara as coisas. Há gente que sempre olhará tudo pelo negativo e transformará qualquer coisa em algo sem nenhum significado.

 

4_Paixão e significado da marca_Arthur Bender_Integrare Ed

Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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