Você dá as costas para o poder?

setembro 12, 2012

Você vê o vazio, mas pensa assim: “Não estou sendo pago para resolver o problema dos outros. Ele que resolva. Ele ganha para isso. Por sinal, ganha mais do que eu. Se eu resolver, é ele quem vai receber os méritos”. É exatamente assim que as coisas acontecem e os vazios se instalam.

Nos cargos de gerência média para baixo, a coisa é bem pior. A pessoa está vendo as coisas erradas, sabe como resolver, mas dá de ombros e diz: “Na minha carteira não está escrito que eu preciso fazer isso. Não fui contratado para isso e pronto, que se dane!”.

Há buracos enormes, grandes gaps que poderiam ser preenchidos, grandes vazios de poder a ser conquistados, mas a pessoa não se move para ocupá-los. E sabe o que acontece? Aparece um sujeito, vê a deficiência e se oferece para resolve-la. Todos à volta pensam: “é um trouxa. Vai fazer o trabalho dele e o do vagabundo ao lado sem ganhar nada por isso”. E o que acontece logo em seguida?

Ele resolve o problema melhor do que o profissional que fora contratado para isso e não fez nada. Acumula as funções e continua fazendo as duas tarefas maravilhosamente bem. Com o passar do tempo, o grupo percebe que ele está trabalhando até melhor do que o outro e acabou conquistando aquela posição, que não é mais questionada por ninguém.

Sabe o que acontece então? Aquele cara se torna o líder natural do grupo. É isso. É assim, você sabe. Já deve ter visto essa cena uma centena de vezes. Alguém que vai lá e faz o que ninguém quer fazer. Ao fazer isso, conquista um espaço que estava livre, preenche um vazio organizacional, ou um vazio de poder. Nesse momento, ele está um passo à frente do grupo. E a marca dele brilha um pouquinho mais do que a marca dos outros.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Conhecer, entender, conectar…

setembro 10, 2012

Em um tempo em que é possível acessar qualquer tipo de informação com uma simples busca na internet, o conhecimento está cada vez mais superficial e, em alguns casos, até mesmo sendo dispensável.

O conceito por trás dessa realidade é arriscado, mas traz uma lógica pragmática que é difícil de contestar diante da competitividade social cada vez mais intensa. Como não concluir que, com todas as informações acessíveis e disponíveis, é uma perda de tempo acumular informações? Será que ainda há necessidade de aprender?

A resposta é sim. A necessidade existe e sempre existirá. Contudo, a forma, a quantidade e a qualidade do que se aprende estão em transformação, por isso são cada vez mais necessários processos de aprendizados intuitivos e interativos. Como o indivíduo precisa lidar com quantidades enormes de informações, deve desenvolver um olhar muito mais sistêmico e ao mesmo tempo mais seletivo, buscando identificar os temas que são relevantes para suas expectativas e somente focar neles.

Essa transformação altera o modo de obter o conhecimento e exige avanços tecnológicos que privilegiem as formas e ações mais intuitivas. Isso significa que o aprendizado tradicional está chegando ao fim. Em vez de aulas expositivas, os professores devem promover debates e estimular pesquisas e diálogos. No lugar de manuais de instruções, os equipamentos devem apresentar sistemas interativos e intuitivos para que sejam assimilados com mais facilidade pelo indivíduo.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Organizando a bagunça

setembro 7, 2012

Cada pessoa é única. Cada ser humano é composto de um conjunto de características que compõem sua personalidade. Elas não são fixas e determinantes, são plásticas e são como um pano de fundo para o nosso desenvolvimento, para a forma como vemos o mundo, como registramos os acontecimentos e o significado que damos às coisas.

Quanto mais estressados, mais essas características ficam claras. Quanto mais tranquilos estamos, mais elas se amenizam. Conforme nos apropriamos de nós mesmos e desenvolvemos nosso autoconhecimento, a intensidade dessas características passa a funcionar como termômetro de estresse e ansiedade.

Esses estereótipos nos ajudam a entender determinados funcionamentos, certas características, e a que ponto elas nos escravizam se perdermos o controle. Uma pessoa que tenha consciência de que tende a ser deprimida, por exemplo, poderá ter uma qualidade de vida melhor se reagir à depressão do que se acabar entregue a ela.

O autoconhecimento não ocorre por acaso, mas também não acredito que isso só seja possível a partir de ajuda profissional (psicoterapia). Creio que há certo nível de profundidade de autoconhecimento que realmente precise de um processo psicoterápico, mas ele pode começar com um olhar diferenciado para si, para os relacionamentos e para o contexto em que se está inserido.

Também não podemos ser onipotentes a ponto de achar que seremos capazes de neutralizar o ambiente. A vida não pode ser assim controlada e muito menos tão previsível. Podemos procurar amenizar as circunstâncias que geram dor intensa. Há um nível de sofrimento que se torna tão insuportável, que o corpo pede socorro, e sintomas começam a surgir. Quando a própria pessoa não consegue diminuir o sofrimento de forma satisfatória, deve procurar ajuda em pessoas próximas ou com um profissional (psicólogo ou psiquiatra, nesse caso).

Mesmo assim, nós, psicoterapeutas, muitas vezes, ficamos impotentes diante de determinadas situações.

Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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Saber se dobrar sem se quebrar

setembro 5, 2012

É impossível  construirmos um relacionamento de respeito com os outros se as duas partes estão esperando que a outra respeite primeiro: “Eu sou fulano! Eles precisam me respeitar”.

Por mais importante que eu considere o meu papel, a minha experiência ou as minhas qualidades, no momento de intercâmbio humano somos iguais, com os mesmos direitos — de amar e ser amado.

 

          Se sou arrogante demais, o relacionamento não aguenta por muito tempo e se rompe. Por outro lado, se sou humilde demais, posso estar simplesmente encorajando as ilusões do outro. Nesse caso, eu me machuco.

 

O caminho do meio é o do autorrespeito, no qual as qualidades positivas dos dois convivem em harmonia, e as negativas são tratadas com maturidade.

 

Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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Algumas estratégias para alavancar a sua marca pessoal

setembro 3, 2012

 

Uma estratégia interessante para começar a estabelecer o seu foco em busca de conhecimento e de valorização da sua marca pessoal é fazer uma série de questionamentos antes de tomar uma posição. Isso o ajuda a avaliar com mais clareza quais passos são os mais importantes. São três perguntas:

 

1. O que isso pode representar para agregar valor à minha marca pessoal hoje?

2. O que isso pode representar para a minha marca pessoal daqui a alguns meses?

3. O que isso pode representar para a minha marca pessoal daqui a alguns anos?

 

Ao se fazer essas perguntas, você passa a ser seletivo com seu conhecimento e com seus movimentos estratégicos; começa a priorizar o que realmente é importante para a sua marca e a sua carreira. Você dá sentido às coisas, hierarquiza suas prioridades e não perde oportunidades.

Lembre-se de que as coisas que realizamos hoje podem aparentemente não ter valor nenhum (nesse exato momento), sendo vistas como apenas mais uma tarefa a cumprir, mas passado algum tempo talvez você descubra que elas foram decisivas para gerar valor para a sua carreira e impulsioná-la. Ou foram o primeiro passo de uma nova etapa. Um degrau que, assim que foi conquistado, o levou a outros, que o levaram até onde você está.

Faça uma retrospectiva de quantas coisas você deixou passar sem se envolver e que poderiam tê-lo ajudado muito em sua trajetória. Agora pense nas coisas que ignorou (quando aconteceram) e que depois você descobriu que poderiam ter valorizado sua marca. Quer exemplos? Uma palestra gratuita numa universidade ou numa entidade de classe pode parecer, num primeiro momento, mais um evento cujo preparo significa gasto de tempo e de energia. Perda de tempo, diria a maioria das pessoas.

Ao fazer as perguntas propostas, você avalia as possibilidades de ganho a médio e a longo prazos.

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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