Saber se dobrar sem se quebrar

É impossível  construirmos um relacionamento de respeito com os outros se as duas partes estão esperando que a outra respeite primeiro: “Eu sou fulano! Eles precisam me respeitar”.

Por mais importante que eu considere o meu papel, a minha experiência ou as minhas qualidades, no momento de intercâmbio humano somos iguais, com os mesmos direitos — de amar e ser amado.

 

          Se sou arrogante demais, o relacionamento não aguenta por muito tempo e se rompe. Por outro lado, se sou humilde demais, posso estar simplesmente encorajando as ilusões do outro. Nesse caso, eu me machuco.

 

O caminho do meio é o do autorrespeito, no qual as qualidades positivas dos dois convivem em harmonia, e as negativas são tratadas com maturidade.

 

Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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