Lançamento – Capital Intantível: Guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis

julho 13, 2012

No mundo atual, uma empresa pode ser reconhecida pelos bons produtos e serviços que oferece ao mercado e assim atingir um número maior de consumidores, mesmo quando seus preços são mais altos do que os da concorrência. Como essas empresas alcançaram essa situação tão desejada? Provavelmente são empresas que identificaram e dominam os seus valores materiais e imateriais (os ativos intangíveis).

Com linguagem simples e objetiva, Capital Intangível busca levar aos leitores o conjunto das melhores práticas para a avaliação econômica de ativos intangíveis na visão do pioneiro e especialista na área, com mais de 17 anos de experiência, José Roberto Martins.

Estabelecer o preço ou o valor de um negócio na sociedade do conhecimento só tem sentido quando as principais variáveis envolvidas forem conhecidas e dimensionadas, sejam elas ligadas a fatores objetivos ou subjetivos. O intuito deste livro é mostrar como é feita a avaliação das variáveis ligadas aos ativos intangíveis para um resultado mais próximo da realidade.

Além da explicação terórica, o texto contém inúmeros exemplos e explicações, e é finalizado com alguns exercícios práticos para uso recorrente. Um verdadeiro guia para facilitar a avaliação dos ativos intangíveis.

 

Fonte: livro “Capital Intangível – Guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis”, de José Roberto Martins – Integrare Editora

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Ativos Intangíveis

julho 10, 2012

O cenário atual, permeado por barreiras como instabilidade financeira, competitividade acirrada e regulamentação abusiva, exige que as companhias busquem constantemente diferentes formas para se destacar no mercado. A tarefa, entretanto, não é das mais fáceis e gera dúvidas que frequentam as mesas de reunião de executivos e CEOs. Entre os questionamentos estão, por exemplo, como inovar para obter mais lucro? E ainda: como ser uma empresa diferenciada e valorizada ao mesmo tempo?As respostas para essas e outras dúvidas estão na administração dos Ativos Intangíveis e na capacidade das empresas os identificarem, quantificarem e gerenciarem.

 

Para quem ainda não está familiarizado com o termo “Ativo Intangível”, cabe uma explicação: Ativo  Intangível é tudo aquilo que não tem um valor claramente definido, expresso em uma nota fiscal ou no balanço patrimonial. Exemplos são o poder intelectual, o gerenciamento de riscos, a capacidade de inovação, iniciativas socioambientais e, sobretudo, a marca, ou simplesmente a reputação empresarial.

 

Segundo José Roberto Martins, as marcas são, sem dúvida, os ativos intangíveis mais conhecidos e reconhecidos. Hoje, inúmeros recursos e métricas estão disponíveis para o julgamento de marcas.

 

Martins destaca o caso da Sadia, marca que considera valiosa não apenas por seu logotipo, mas pelos produtos que quase todos os brasileiros reconhecem. Há por traz desse patrimônio questões que envolvem distribuição no varejo, recursos exclusivos e capacidade de inovação – questões que, muitas vezes, os consumidores sequer imaginam e que ultrapassam os balcões de supermercados e padarias.

 

 

Fonte: livro “Capital Intangível – O guia de melhores práticas para a avaliação de Ativos Intangíveis”, de José Roberto Martins – Integrare Editora

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O companheiro e a Vida

julho 6, 2012

Em um casamento, considero que haja três possibilidades de parceria. A 1ª é quando o casal tem um projeto comum; a 2ª é quando um se engaja no projeto do outro; e a 3ª é quando ambos têm seus projetos próprios, mas um colabora com o projeto do outro.

 

 

Companheiros compartilham o mesmo pão e não importa se o pão é fresco, macio e abundante; ou se está endurecido, passado e escasso. Companheiros compartilham o que têm, o pão e os sonhos; o presente e o futuro.

 

Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Psiquiatra e educador, Içami Tiba, fala sobre seus filhos e sobre a forma como os criou

julho 4, 2012

Quais tipos de problemas você tinha e como os resolveu?

Você é contra qualquer tipo de palmada? Como vê essa questão?

“Os pais batem não quando os filhos merecem e sim quando ELES perdem a paciência. Sou a favor das consequências relacionadas às atitudes faltosas e não das palmadas.”

“Se irritou? Pense como em uma reunião: se retire da sala, caso necessário, e se acalme para responder. É um exercício de respeito: quando ensinamos o abuso do poder (através da violência, do grito) estamos ensinando que quando eles forem poderosos poderão se utilizar do mesmo expediente.”

 

Como lidar com um grupo de alunos indisciplinados?

A criminalidade na fase adulta decorre da infância?
Essas e outras questões, na entrevista!

 

 

Muito envolvidos com o trabalho e as obrigações diárias, mãe e pai às vezes perdem o fio da meada educativa. E se surpreendem com ações e reações inesperadas dos filhos, que podem começar com quase nada e chegar a proporções catastróficas.

 

Na realidade, ocorrem várias pequenas situações que vão se desenvolvendo e se transformando em dificuldades. A família se acomoda e absorve tais dificuldades pelo anestesiante convívio cotidiano. Como em qualquer outro meio, dificuldades simplesmente acomodadas e não resolvidas vão se acumulando sob o tapete da rotina.

Tudo o que se acumula um belo dia transborda. É a famosa gota que faz entornar a água. O que sai do copo não é somente a gota final, mas toda a água até então acumulada.

Numa família não é diferente. Não é na última prova do ano que o aluno é reprovado. Desde as primeiras provas, o inteligente mas folgado filhinho vai deixando para estudar nos últimos instantes e acaba mal. Repete esse mesmo esquema em outras provas e no final do ano já não há tempo para recuperação. O mesmo ocorre com os primeiros “nãos” que o danado do filhinho não ouve. Depois não atende ao que lhe é pedido. Ele ganha um apelido, velada ou declaradamente, e tudo vai se acomodando: “Afinal é um folgado, não tem jeito mesmo!”.

Essa folga é a semente da delinquência… As dificuldades podem ser resolvidas muito facilmente enquanto são pequenas. Tais resoluções são mais que necessárias para uma família viver feliz. Entretanto, sejam quais forem as situações críticas, sempre pode existir uma forma diferente de enfrentá-las para buscar melhor solução.

 

Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Da paixão para o amor…

julho 2, 2012

 

A passagem da paixão ao amor é da ordem do tropeço: é sempre desconcertante descobrir que as coisas mudaram. Por mais que se saiba que isso costuma acontecer na maioria dos relacionamentos, quando as coisas esfriam um pouco ou se tornam muito complicadas, os amantes se surpreendem: “Hum? Como assim? O que é que aconteceu com a gente?”. Este é um momento importante, é um momento de decisão.

Pode ser um ponto final, ou então um ponto de mutação. Às vezes a relação termina aí, mas, muitas vezes, é exatamente nessa hora que acontece uma transformação, uma mudança para outro tipo de relacionamento.

 

As coisas podem não ser mais como antes, mas cada instante tem seus encantos, e cabe aos amantes ir além dos desencantos do fim da paixão e descobrir as trilhas do novo amor.

 

Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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