Psiquiatra e educador, Içami Tiba, fala sobre seus filhos e sobre a forma como os criou

Quais tipos de problemas você tinha e como os resolveu?

Você é contra qualquer tipo de palmada? Como vê essa questão?

“Os pais batem não quando os filhos merecem e sim quando ELES perdem a paciência. Sou a favor das consequências relacionadas às atitudes faltosas e não das palmadas.”

“Se irritou? Pense como em uma reunião: se retire da sala, caso necessário, e se acalme para responder. É um exercício de respeito: quando ensinamos o abuso do poder (através da violência, do grito) estamos ensinando que quando eles forem poderosos poderão se utilizar do mesmo expediente.”

 

Como lidar com um grupo de alunos indisciplinados?

A criminalidade na fase adulta decorre da infância?
Essas e outras questões, na entrevista!

 

 

Muito envolvidos com o trabalho e as obrigações diárias, mãe e pai às vezes perdem o fio da meada educativa. E se surpreendem com ações e reações inesperadas dos filhos, que podem começar com quase nada e chegar a proporções catastróficas.

 

Na realidade, ocorrem várias pequenas situações que vão se desenvolvendo e se transformando em dificuldades. A família se acomoda e absorve tais dificuldades pelo anestesiante convívio cotidiano. Como em qualquer outro meio, dificuldades simplesmente acomodadas e não resolvidas vão se acumulando sob o tapete da rotina.

Tudo o que se acumula um belo dia transborda. É a famosa gota que faz entornar a água. O que sai do copo não é somente a gota final, mas toda a água até então acumulada.

Numa família não é diferente. Não é na última prova do ano que o aluno é reprovado. Desde as primeiras provas, o inteligente mas folgado filhinho vai deixando para estudar nos últimos instantes e acaba mal. Repete esse mesmo esquema em outras provas e no final do ano já não há tempo para recuperação. O mesmo ocorre com os primeiros “nãos” que o danado do filhinho não ouve. Depois não atende ao que lhe é pedido. Ele ganha um apelido, velada ou declaradamente, e tudo vai se acomodando: “Afinal é um folgado, não tem jeito mesmo!”.

Essa folga é a semente da delinquência… As dificuldades podem ser resolvidas muito facilmente enquanto são pequenas. Tais resoluções são mais que necessárias para uma família viver feliz. Entretanto, sejam quais forem as situações críticas, sempre pode existir uma forma diferente de enfrentá-las para buscar melhor solução.

 

Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

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