Mudança de Paradigmas

maio 14, 2012

Considerando que podemos nos tornar bastante familiarizados com o que nos rodeia (os amigos, a família e as maneiras de fazer as coisas), uma mudança de paradigma geralmente é uma boa forma de adquirir um novo ponto de vista e, em alguns casos, um poderoso chamado ao mundo real.

A oportunidade de vivenciar situações a partir de variados pontos de vista pode lhe dar a possibilidade de compreender melhor as pessoas e seus comportamentos. Ao fazer isso regularmente, você poderá tirar o melhor de cada situação, compreender com maior clareza e ter mais recursos para lidar com qualquer obstáculo que a vida lhe colocar no caminho.

Fonte: livro “Mude! – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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Os dilemas do cotidiano feminino e desafios das relações familiares

maio 11, 2012

Nas últimas décadas, o papel da mulher tem sofrido muitas transformações. Muitas conquistas foram realizadas como melhores empregos e ocupação de um espaço cada vez significativo na sociedade, mas com isso surgiu a dupla jornada. Elas, além de se firmarem enquanto profissionais de sucesso, ainda precisam dar conta das atividades que dizem respeito à administração da casa e da família. Diante deste contexto, é muito comum que mulheres tenham sentimento de culpa latente. O resultado é, em alguns casos, uma vida exaustiva e angustiante.

 

Em Mulher sem Script, lançamento da Integrare Editora que chega às livrarias de todo País em maio, a psicóloga e psicoterapeuta Natércia Tiba mostra um olhar leve e descontraído para a realidade, a partir do qual é possível refletir e crescer como pessoa, bem como melhorar a qualidade dos relacionamentos. Para isso, reuniu em seu livro crônicas que remetem à situações comuns ao universo feminino que incluem desde a maternidade e a carreira, até o jogo de cintura necessário para lidar com os desafios dos relacionamentos e da rotina.

 

Como a própria autora deixa claro, Mulher sem Script é um livro de crônicas que não traz soluções nem receitas, mas compartilha reflexões não apenas da psicóloga, mas também da mulher, mãe, esposa, filha e irmã. “Este livro é um recorte, um parênteses em meio ao dia-a-dia no qual me senti à vontade para falar e refletir sobre relacionamentos e comportamentos, crenças e valores, mas também dar voz à angústias que muitas de nós sentimos, mas não expressamos por julgarmos politicamente incorretas, ou por receio de que sejam mal interpretadas se colocadas fora do contexto apropriado”, ressalta a especialista.

 

Na obra, Natércia divide com os leitores algumas de suas próprias angústias, todas nascidas a partir do sentimento de uma alma feminina que deseja dar conta de tudo, mesmo sabendo ser uma tarefa impossível. Mas são justamente tais sensações que acabam se tornando molas propulsoras para reflexões que geram o crescimento. “Meu desejo é aguçar o olhar para pequenos fatos, situações e relações que podem passar despercebidos. Despertar ou reacender nossa capacidade de percepção que vai além do que vemos no dia a dia.”, completa a autora.

Com prefácio do psiquiatra e educador Içami Tiba, a obra traz exemplos reais, como o relatado na crônica “Foi dada a largada”, em que Natércia discorre sobre a dura, mas gratificante, rotina de levantar cedo para mandar as crianças para a escola. Outro exemplo do cotidiano e que também pode gerar empatia com o público é o narrado em “Vivendo a vida por inteiro”, onde a especialista fala sobre o peso que o modelo tradicional feminino ainda exerce, não permitindo que as mulheres abram mão de funções que não mais precisam ser exercidas por elas e ao mesmo tempo, sentindo-se culpadas por obter prazer em realizações no papel profissional e não apenas no papel que ocupa dentro da família.

 

Todas essas situações, comuns a grande maioria das mulheres, são tratadas em textos bem-humorados e complementadas por imagens divertidas e sensíveis em parceria com o ilustrador André Ceolin.

 

Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

 

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Mulher sem Script

maio 9, 2012

Quero ter uma vida própria, um trabalho,

algo que me realize,

mas não quero ter que provar pra ninguém

do que sou capaz.

Eu sei do que sou capaz, e é isso que importa!

Sou capaz de amar incondicionalmente,

viver intensamente.

Sou capaz de ser elegante e

seguir regras de etiqueta.

Mas sou também capaz de quebrar as regras

sem ferir ninguém.

Sou capaz de sentir o mundo pulsando

em minhas veias,

sentir e chorar as dores do mundo.

As minhas próprias dores?

Sou capaz de chorar compulsivamente!

Minhas alegrias?

Posso gargalhar alucinadamente!

Sou capaz de me adaptar

às novas regras ortográficas,

mas quando estou emocionada

quebro todas elas sem culpa!

Quero sair de Havaianas quando meus pés

estiverem cansados dos saltos.

Parar de contar calorias, devorar um chocolate

e ser feliz mesmo assim.

Quero sair com cabelos ao vento,

deixar o rímel borrado ao chorar.

Maquilar-me lindamente ou sair de bobes se precisar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fonte: trecho do livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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É hoje!

maio 8, 2012


Por uma relação mais saudável

maio 7, 2012

Muitas relações entre marido e mulher, primos e amigos íntimos acabam chegando a um ponto de intimidade que surge o risco da falta de respeito. É fácil perceber isso. Vamos observar um casal hipotético que está numa locadora escolhendo um DVD para assistir. Resumidamente, descrevo três posturas distintas:

Claro que essa é uma paródia, porém não deixa de ter um fundo de verdade. Apesar de não ocorrer com todos os casais, é mais comum do que se pode pensar.

Diante dessa situação, a pergunta que me faço é:

Será que nos damos conta de quando isso começa a acontecer nas relações ou só percebemos quando os limites de respeito já estão em muito ultrapassados? Não sou defensora da ideia de que devemos ter cerimônia nas relações mais próximas. Ao contrário, acho a intimidade algo muito gostoso, mas, para que seja saudável e construtiva, deve incluir “cuidado”.

 

Fonte: trecho do livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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O que fazer com a energia da raiva?

maio 4, 2012

Os conflitos estimulam sentimentos intensos, principalmente a raiva. O acúmulo de mágoas, decepções e ressentimentos formam uma couraça de raiva que, com frequencia, torna a pessoa resistente à proposta de mediação (“Estou morrendo de raiva, não quero conversar nem ver a cara dele, quero ir direto para a Justiça!”). É importante descobrir os sentimentos que estão por baixo da raiva (tristeza, humilhação, medo, entre outros) para que a raiva se transforme e permita que as pessoas parem de

empacar nas respectivas posições. Refletir sobre as raízes da raiva também pode ser útil para diminuir a intransigência e ampliar recursos para lidar com os conflitos de modo mais eficiente.

Cansada de reclamar da falta de cooperação dos filhos adultos, que sempre deixavam as garrafas de água vazias, Helena mudou de tática: reservou para si mesma uma garrafa térmica com água gelada e parou de encher as da geladeira; sentiu-se aliviada e, assim, sem se enraivecer nem continuar brigando com os filhos, transmitiu a mensagem de que deixaria de realizar essa tarefa sozinha. Foi o primeiro passo para pensar em outras situações em que ela estava fazendo mais do que devia, dando margem à acomodação dos filhos.

O exame da nossa raiva, portanto, oferece oportunidades de desenvolver novos recursos para lidar com as situações que nos incomodam e mudar padrões de comportamento.

 

 

Fonte: trecho do livro “O bom conflito – Juntos buscaremos a solução”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

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Os problemas de um déficit não diagnosticado

maio 2, 2012

Apesar de muito inteligente, Fernando teve dificuldades na escrita e na aprendizagem durante a infância por ser disléxico. Apresentava desatenção em sala de aula, notas baixas, repetência e carregou o rótulo de ser indisciplinado. Na adolescência, como se não bastassem os problemas escolares, ainda estava com sobrepeso, o que reforçava sua não aceitação.

Com o apoio e o esforço dos pais, conseguiu sofridamente se formar em administração de empresas. Mas já havia internalizado um sentimento de menos-valia, de ser pouco inteligente. Aos 34 anos, solteiro, era um indivíduo desadaptado ao seu meio e com baixa autoestima. Para compensar, como mecanismo de defesa, adotou uma postura prepotente na vida: de dizer e agir (mesmo sentindo o contrário) como se fosse o melhor, o mais legal, o mais bonito, o que sabe tudo, o mais destemido de todos. Queria sempre ter a namorada mais bela e nunca achava a atual boa o bastante justamente por estar com alguém como ele.

Essa postura muito competitiva acabava gerando mais conflitos nos seus relacionamentos, sociais e afetivos, e por isso mesmo o fazia sofrer. Para complicar teve uma coletânea de relações afetivo-sexuais sem conseguir realizar um dos seus projetos que era o de constituir uma família. Seus relacionamentos não iam adiante.

Fernando chegou à terapia deprimido, trabalhando sob forte estresse e pressão. Não conseguia valorizar suas qualidades: ser brincalhão, perspicaz, alegre e muito afetivo com as pessoas. A reflexão sobre seu núcleo familiar revelou que seus pais não conseguiram perceber seus distúrbios na infância (por falta do conhecimento) e, consequentemente, não aceitaram a limitação do filho, o que favoreceu a construção da atitude de sofrente. A percepção de seu vício – negar a menos-valia e, em um orgulho prepotente, inviabilizar relações afetivas gratificantes – permitiu a ele desconstruir essa personagem e iniciar uma nova jornada existencial.

 

Fonte: trecho do livro “O sofrimento como vício – Entenda e supere essa dinâmica”, de Dirce Fátima Vieira e Maria Luiza Pires – Integrare Editora

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