Alguns direitos da mulher que amamenta

fevereiro 8, 2012

As diversas leis para a gestante, a parturiente e a mulher que amamenta deveriam ter como objetivo o nascimento e crescimento de um cidadão ou cidadã saudável, para o bem de toda a sociedade. Assim, informe-se sobre todos os seus direitos e não vacile em exercer os que beneficiam você e seu bebê e em lutar pelo aperfeiçoamento da legislação.

 

Direitos determinados pela CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas

• Os estabelecimentos em que trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade devem ter local apropriado onde seja permitido às empregadas terem sob vigilância e assistência os seus filhos durante a amamentação. Em substituição à exigência de ter creche própria, as empresas e empregadores ficam, porém, autorizados a fazer convênio com creches mantidas por entidades públicas ou privadas ou a adotar o sistema de reembolso-creche, que é o pagamento de uma quantia para que a empregada pague uma creche para seu filho. Os locais destinados à guarda dos filhos das empregadas deverão ter, no mínimo, um berçário, uma saleta de amamentação, uma cozinha dietética e uma instalação sanitária. Não se pode cobrar nenhuma taxa da empregada pela prestação deste serviço.

• A mulher que está amamentando, durante os seis primeiros meses, tem direito a dois descansos, de meia hora cada um, além de intervalos normais para repouso e alimentação durante a jornada de trabalho. Este período ainda pode ser dilatado a critério médico.

Fonte: trecho do livro “Da gravidez à amamentação – O dia a dia de um importante período de nossas vidas”, de Vitória Pamplona, Tomaz Pinheiro da Costa e Marcus Renato Carvalho – Integrare Editora

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Escolhas criam realidades

fevereiro 6, 2012

É interessante compreender como nomeamos as coisas para conhecer melhor seus significados. A palavra “azar”, em português, é literalmente o oposto de sorte, mas em francês significa “acaso”. Denominamos os jogos aleatórios como “jogos de azar” e uma das expressões de nossa língua é “deixar ao azar”. Se analisarmos esses significados, veremos que, enquanto azar é aquilo que não elegemos, que deixamos acontecer ao acaso, seu oposto, a sorte, é o exercício de nossas escolhas. Quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

Sorte não é algo aleatório, casual. É fruto de um plano mestre de seguir um roteiro prévio, de estabelecer padrões e parâmetros e segui‑los.

Sorte é uma construção produto de nossas escolhas. Assim, vale a pena refletir um pouco sobre o assunto.

Fonte: trecho do livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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De que modo a natureza lidaria com os 3 maiores desafios que você enfrenta nesse exato momento?

fevereiro 3, 2012

A natureza é a força mais habilidosa, adaptável e repleta de recursos que a humanidade já conheceu. Ao perguntar de que modo ela lidaria com uma determinada questão, você abre um amplo leque de possibilidades criativas.

 

É hora de perguntar:

 

 

1. Altere o nome do objeto ou da situação: Um determinado objeto ou situação ainda tem o mesmo nome? Ao pensá-lo com outro nome, alteramos a maneira como nos sentimos a seu respeito. Ao pensar na palavra “xícara”, por exemplo, uma imagem se forma na mente. Agora, pense: “recipiente, receptáculo, cálice”. O que acontece?

 

2. Misture as coisas: Quem é que disse que tal coisa tem de ser desse jeito? Ao seguirmos os mesmos velhos métodos tendemos a obter o mesmo velho resultado. Novo modo de raciocinar = novos resultados. Ao misturar a ordem das coisas, os números e os processos, você certamente obterá novos resultados. Comece pelo final e retroceda, até chegar ao início.

 

3. Use uma metáfora: “É como…” Saber convencer as pessoas em relação a um conceito ou uma ideia é uma grande habilidade. Em vez de entrar em detalhes minuciosos, o estilo mude sugere que você associe suas ideias a algo conhecido e crie uma metáfora. As metáforas fazem nascer outras metáforas, tornando as ideias uma coisa viva.

 

 

Fonte: trecho do livro “Mude! – Como ajustar o seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

 

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O papel dos pais na educação escolar

fevereiro 1, 2012

Os filhos precisam do apoio de seus pais para alcançarem seu melhor

desempenho escolar e acadêmico. Sozinhos, nem sempre conseguem

a motivação, a disciplina e a força de vontade para realizarem seu potencial de forma plena.

Isso significa que a educação é um projeto de toda a família. Família é aquilo que nos é familiar, comum, que diz respeito a todos. Se um filho é bem-sucedido nos estudos, isso tem um impacto na vida dele, de seus pais e mesmo na sociedade, que no futuro poderá contar com uma pessoa mais bem preparada, um cidadão mais bem formado em seus valores e um profissional melhor.

Se um pai percebe que o filho tem atitudes contrárias a um bom desempenho — dorme tarde, não lê, não quer fazer as lições de casa — e deixa por isso mesmo, não tem o direito de se surpreender no final do ano. Essa atitude de descaso não é “um problema do filho” e sim uma questão de todos nós.

A vida é um ato contínuo, e as nossas ações têm consequências de complexidade e reverberação crescentes. A pessoa que somos na infância influencia o modo como chegamos à adolescência e o tipo de adolescente que somos impacta no tipo de adulto e de profissional que seremos.

Cada um cria filhos que irão impactar na vida de muitas outras pessoas, pois vivemos em uma enorme rede de interdependência social. Crescer em um ambiente sem pais participativos pode ser nocivo para o indivíduo e para toda a sociedade, é uma questão pública e não apenas privada.

 

 

Fonte: trecho do livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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