Como criar uma auto-estima empreendedora?

AUTO-ESTIMA EMPREENDEDORA

A simples proibição de um ato pode não ser educativa. Quando se manda que uma criança fique quieta em seu lugar, estamos cortando sua ação, inclusive a iniciativa de agir. Castramos a ação.

Se a ação for inadequada, perigosa, abusiva, tem mais é que ser interrompida mesmo. Mas melhor seria se a criança fosse estimulada a encontrar soluções que não perturbassem os outros: “Não pode correr aqui, mas veja se descobre onde você pode correr sem perturbar ninguém”. Assim reencaminhamos a energia, que estava sendo gasta na inadequação, para algo mais construtivo e útil. Ou seja, em vez de um filho travado, estamos fortalecendo o empreendedorismo dele – o que vai lhe ser muito útil como valor em seu trabalho.

Fonte: trecho do livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora


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