Você tem o hábito de inventar desculpas?

março 21, 2011

Quando você era criança e seu cérebro estava em plena produção, percebeu que, ao inventar uma desculpa por não ter feito algo, simplesmente se livrava daquilo. O problema é que isso ocorria aos 5 anos de idade. Agora, você já é adulto, mas ainda inventa desculpas para justificar o porquê de não ter feito, de não ter conseguido fazer, razões por que não fará, ou uma série infinita de modos de adiar compromissos, tudo para garantir que não precisará enfrentar uma determinada situação.

Se as desculpas são tão destrutivas, por que as usamos? Para saber as respostas, temos de retroceder dois passos.

Encaremos de vez esta situação: muitas vezes, uma desculpa é uma mentira deslavada. “Não pude fazer isso hoje. Tive um dia cheio demais”.

Tradução aproximada: “Droga! Passei metade do dia enrolando, quando devia estar fazendo o que era importante. Rápido, pense numa desculpa, mas que seja convincente. Já sei: direi que estava ocupado. Melhor ainda: direi que estava muito ocupado, tentando fazê-los sentir pena de mim”.

É possível que você nem soubesse dessas coisas. Isso porque talvez estejam enraizadas no subconsciente , de modo que possam ser trazidas à tona numa fração de segundo. Parabéns!

Portanto, se estão “enraizadas”, podem ser mudadas? Claro que sim, mas você terá de mudar também. Esse será o seu primeiro desafio. Na próxima vez em que se pegar inventando uma desculpa, mude e certifique-se de que sua explicação corresponde à verdade. “Essa é a verdade, a completa verdade, nada mais do que a verdade”.

• Não perca seu emprego, amigo ou membro da família ao fazer isso. Antes pecar pelo excesso de cautela do que pela falta.

• Teste seus próprios limites, indo um pouco além do que normalmente iria.

Fonte: “MUDE! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora


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