O “Y” é visto como individualista

janeiro 12, 2011

Os Baby Boomers tinham vários irmãos e poucos quartos, simbolizando que tudo (quarto, telefone, brinquedos, televisão, roupas etc.) era dividido entre mais irmãos. Os “X” tinham poucos irmãos, portanto o divisor diminuía, o que aumentava o cociente para cada filho, ampliando a exclusividade (ou individualismo) em casa. Os Y são filhos únicos ou têm pouquíssimos irmãos, em mais quartos na casa, ou seja, quase tudo para cada um deles, o que preserva seu individualismo.

Frequentemente, até alguns são educados como filhos únicos: se são três, de sexo diferente, com diferenças de idade ou de temperamento, são tratados como únicos. A síndrome do filho único é uma das principais reflexões do meu livro Família de Alta Performance: Conceitos Contemporâneos na Educação.

Esse individualismo não tem nada a ver com egoísmo, arrogância ou prepotência, mas sim com um interesse tão pessoal que ele sabe ser único praticamente desde que nasceu. Os pais tudo fizeram para que assim fosse: único, vencedor, melhor que os outros, melhores cursos, melhor celular, computador com todos os avanços e recursos, com caminho próprio para atingir o sucesso e ser feliz.

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