Minhas crises cotidianas

dezembro 16, 2010

Para aprender a lidar com as crises temos de perceber que nada na vida é definitivo e que o tempo será o recurso mais útil para acalmar o espírito, apagar as mágoas e limpar o arquivo do sofrimento.

Neste exato momento está havendo uma crise no mundo. Mas o que eu tenho com isso? Será que uma pessoa comum como eu, que não tem nenhum poder sobre a economia (nem brasileira, quanto mais mundial), que não pode influenciar as grandes decisões políticas, que não pode fazer nada para mudar o que está acontecendo, tem alguma coisa a ver com a crise?

Para responder essa pergunta vamos fazer uma rápida revisão do conceito de crise. Comecemos pela etimologia: a palavra crise deriva do grego krisis, que significa decisão. Só de saber a origem da palavra percebemos que ela tem a ver com todos, pois não há quem não tenha que tomar uma decisão na vida, a não ser o que não querem mandar em seu próprio destino.

Além disso, temos de entender que uma crise pode surgir por, pelo menos, três motivos diferentes: uma situação inesperada, um fato provocado ou uma condição natural.

Preciso dizer o que sinto (pg. 36), de Eugenio Mussak

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