Geração Y – A busca de uma carreira de vida

dezembro 10, 2010

O primeiro dia de trabalho na empresa é mágico. Depois de diversos exames e entrevistas, o jovem alcança o sonhado “primeiro emprego”- um dos principais ritos de passagem da vida. Agora o jovem não é mais apenas um estudante, é um profissional.

Muitas expectativas se mesclam aos sonhos de sucesso e realização, é o início de uma nova fase com muitos desafios que são, na verdade, o principal combustível para seguir adiante. Os primeiros lideres, que serão exemplos, são conhecidos e os modelos de trabalho deles ajudarão a formar a expectativa de uma carreira de muito reconhecimento. Tudo que acontece é emocionante e os olhos brilham a cada nova tarefa realizada.

(Crédito de divulgação da foto: site http://www.techlider.com.br)

Os desafios dão lugar às tarefas cansativas, os “líderes” se transformam em competidores agindo muitas vezes com incoerência, a cobrança por resultados é a única coisa constante e o reconhecimento  passa a ter o aspecto abstrato e distante.

O tempo todo vemos pessoas insatisfeitas com sua profissão, buscando incessantemente compensações e benefícios que tornem o trabalho minimamente suportável e projetando sua felicidade em algum momento no futuro, mesmo que seja no final de sua trajetória como profissional. Seria então uma utopia considerar o trabalho como algo gratificante?

Nos tempos atuais, observamos que a tênue separação entre o “pessoal” e o “profissional” já não reflete a realidade na dinâmica de trabalho das pessoas.

 

 

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